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A preocupação com a reputação tem mobilizado as empresas de todos os portes, em todos os países. São inúmeras as iniciativas e investimentos para reduzir o risco e as consequências dos desvios de conduta ética.

Os processos de compliance são um bom exemplo disso. Através da revisão de políticas, normas, regras e contratos, as empresas visam assegurar a lisura dos comportamentos de todos aqueles que, direta e indiretamente, se relacionam com o seu negócio.

Todo esse movimento é muito válido, mas se concentra no controle e delimitação do arbítrio humano sem, no entanto, atuar sobre o desenvolvimento de uma nova consciência de integridade nas organizações.

Ciclo Integridade

Ciclo Fator Integridade – RGM Consultoria

Propósito

Trabalhar na educação dos profissionais, capacitando-os a compreender e atuar sobre os inúmeros dilemas profissionais com que se defrontam, tendo como referência os fundamentos da ética e da moral. Queremos desenvolver a integridade através do fortalecimento das competências morais nas organizações.

Metodologia

Vimos trabalhando há vários anos com gestão do capital humano nas organizações. Reconhecemos que os dilemas com que se defrontam as empresas e líderes não podem mais ser equacionados apenas com as competências técnicas ou emocionais: são necessárias competências morais. A integridade pode ser desenvolvida.

Mas como tornar mais factível um processo de análise e desenvolvimento das práticas de integridade nas organizações?

Acreditamos que a questão da integridade merece ser abordada como um processo de gestão, com mensuração, análise, conscientização e desenvolvimento.

A finalidade é poder ampliar o referencial de análise ética e moral das lideranças para que possam equacionar os dilemas profissionais e organizacionais e aperfeiçoarem suas condutas de integridade.

Nosso método tem quatro etapas:

1 – Design de dilemas de integridade

• Processo de construção colaborativa de para personalizar o método e o modelo proposto aos interesses, valores, códigos e contratos da organização. Esta etapa, dada sua relevância, não prescinde da participação da diretoria, gestão de RH e lideranças.

2 – Mapeamento individual e coletivo

• Criação do instrumento específico – fatores de avaliação – qualificação dos participantes, disponibilização do inventário on line e processamento dos dados. Identificação do grau de sintonia individual e coletivo com a integridade, composição dos relatórios. Análise dos resultados no nível institucional.

3 – Devolutiva e orientação

• Apresentação dos resultados individuais e gerais aos participantes, identificando seu grau de sintonia. Orientação para a melhor interpretação dos resultados e autodesenvolvimento.

4 – Gestão e desenvolvimento

• Medidas de ajustes de eventuais desvios, como forma de antecipação a futuros riscos. Processo de conscientização e educação através de palestras e workshops sobre os fatores de integridade adotados no mapeamento. Análise e debates de situações dilema para enriquecimento do referencial de análise e decisão. Este processo é planejado em conjunto com a empresa em função das análises dos resultados.

Resultados

• Conhecimento das condutas individuais e coletivas e antecipação de eventuais riscos e/ou desvios de conduta
• Incremento da bagagem de competências morais das lideranças
• Habilitação dos profissionais para agirem com maior assertividade diante dos dilemas organizacionais
• Contribuição para a ampliação da confiança nas lideranças, na cooperação e na produtividade.
• Ganhos de reputação empresarial e profissional
• Disseminação da consciência ética e moral na organização
• Efetividade dos códigos de conduta e contratos de compliance